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Cinquentenário
de Falecimento de Oswaldo Goeldi

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Folha de São Paulo - Ilustrada - 15/02/2011

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Goeldi
na Bienal São Paulo

29.
Bienal São Paulo 2010
"Há sempre um copo de mar para o homem
navegar"
De 25.09.10 a 12.12.10
Fundação Bienal de São Paulo
/ Bienal de Sao Paulo
Pavilhao Ciccillo Matarazzo
Parque Ibirapuera, São Paulo, Brazil
São Paulo
Brasilien
fon (011) 5574-5922
Künstler:
Adrian Piper, Aernout Mik, Ai Weiwei, Albano Afonso,
Alberto Greco, Alessandra Sanguinetti, Alfredo Jaar,
Alice Miceli, Allan Sekula, Allora & Calzadilla,
Amar Kanwar, Amelia Toledo, Ana Gallardo, Andrea Büttner,
Andrea Geyer, Andrew Esiebo, Anna Maria Maiolino,
Anri Sala, Antonieta Sosa, Antonio Dias, Antonio Manuel,
Antonio Vega Macotela, Apichatpong Weerasethakul,
Archigram Group, Artur Barrio, Artur Zmijewski, CADA
- Colectivo Acciones De Arte , Cao Fei, Carlos Bunga,
Carlos Garaicoa, Carlos M Teixeira, Carlos Vergara,
Carlos Zilio, Chantal Akerman, Chen Chieh-jen, Chim
Pom, Cildo Meireles, Cinthia Marcelle, Claudia Joskowicz,
Claudio Perna, Daniel Senise, David Claerbout, David
Cury, David Goldblatt, David Lamelas, David Maljkovic,
Deimantas Narkevicius, Dora Garcia, Douglas Gordon,
Eduardo Coimbra, Eduardo Navarro, Efrain Almeida,
Emily Jacir, Enrique Jezik, Ernesto Neto, Fernando
Lindote, Filipa Cesar, Fiona Tan, Flavio de Carvalho,
Francis Alÿs, Gabriel Acevedo Velarde, Gil Vicente,
Graziela Kunsch, Grupo de Artistas de Vanguardia ,
Grupo Rex , Gustav Metzger, Guy de Cointet, Guy Veloso,
Harun Farocki, Hélio Oiticica, Henrique Oliveira,
High Red Center , Isa Genzken, Jacobo Borges, James
Coleman, Jean-Luc Godard, Jeremy Deller, Jimmie Durham,
Joachim Koester, Jonas Mekas, Jonathas de Andrade,
Jose Leonilson, Jose Spaniol, Joseph Kosuth, Juliana
Stein, Julie Ault & Martin Beck, Karina Skvirsky
Aguilera, Kboco & Roberto Loeb, Kendell Geers,
Kiluanji Kia Henda, Kimathi Donkor, Kutlug Ataman,
Livio Tragtenberg, Luiz Zerbini, Lygia Pape, Manfred
Pernice, Manon de Boer, Marcelo Silveira, Marcius
Galan, Maria Lusitano, Maria Thereza Alves, Marila
Dardot & Fabio Morais, Mario Garcia Torres, Marta
Minujin, Mateo Lopez, Matheus Rocha Pitta, Miguel
Angel Rojas, Miguel Rio Branco, Milton Machado, Mira
Schendel, Monir Shahroudy Farmanfarmaian, Moshekwa
Langa, Nastio Mosquito a.k.a Bofa da Cara, Nan Goldin,
Nancy Spero, Nelson Leirner, Nnenna Okore, NS Harsha,
Nuno Ramos, Oscar Bony, Oswaldo
Goeldi, Otobong Nkanga, Otolith Group
, Palle Nielsen, Paulo Bruscky, Pedro Barateiro, Pedro
Costa, Pixacao SP, Qiu Anxiong, Raqs Media Collective,
Roberto Jacoby, Rochelle Costi, Rodrigo Andrade, Ronald
Duarte, Rosangela Renno, Runa Islam, Samuel Beckett,
Sandra Gamarra, Sara Ramo, Simon Fujiwara, Sophie
Ristelhueber, Steve McQueen, Sue Tompkins, Superstudio
, Susan Philipsz, Tacita Dean, Tamar Guimaraes, Tatiana
Blass, Tatiana Trouve, Tobias Putrih, UN Studio ,
Wendelien van Oldenborgh, Wilfredo Prieto, Yael Bartana,
Yoel Diaz Vazquez, Yonamine , Yto Barrada, Zanele
Muholi, Zarina Bhimji
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Goeldi
percorre o país

Numa
proposta de difundir a obra do artista Oswaldo Goeldi,
Lani Goeldi, sobrinha do artista e curadora do Projeto
Goeldi, firmou uma parceria com a Caixa Cultural,
Governo Federal, Governo estadual e Centro Cultural
dos Correios a obra de Goeldi poderá ser vista
por todos os brasileiros.
A Exposições denominada "Goeldi
- luz noturna" e "Goeldi o Encantador das
Sombras", e outros titulos ainda a serem
denominados fazem parte de uma serie de ações
que contemplarão o cinquentenario de falecimento
do artista em 2011 e todo público admirador
da obra do artista poderá ter acesso a este
acervo, estabelecendo um novo "record" em
obras e materiais já expostos sobre o artista.
Segundo
a Curadora da Exposição, Lani Goeldi
, sobrinha- neta de Oswaldo Goeldi, a cada ano a Familia
Goeldi e outros colecionadores tem tido todo um trabalho
de concientização, para que estas obras,
objetos e fotos sejam levados ao público;
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Museu
Nacional de Belas Artes - RJ concretiza parceria com
o "Projeto Goeldi"
No
dia 10/12/2009 foi assinado no Gabinete da Diretoria
do Museu de Belas Artes no Rio de Janeiro um termo
de parceria para publicação de mais
uma obra, esta contendo parte do acervo de Oswaldo
Goeldi do MNBA;
Presentes
a formalização do acordo: Monica Chechéu
- Diretora do Museu, Laura Abreu - Responsável
pela Divisão de Gravura e Lani Goeldi - Presidente
e Curadora do Projeto Goeldi
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Aconteceu:
Palestra: Uma Conversa sobre a obra de Goeldi com
Rodrigo Naves
Dia 19-09-2007 ás 20H no Estudio Buck
Rua Lopes do Amaral, 123 - Vila Olimpia -SP
Artista
inspirou nova geração
- Goeldi elucidou o que há de importante no
nosso Modernismo. Embora às vezes causasse
controvérsia, seu trabalho e postura ética
eram tão marcantes que o faziam respeitado
no meio de arte e intelectual - afirma Zilio.
Zilio conta que a produção de Goeldi
passou por certo ostracismo nos anos 60 e 70, após
a morte do gravador. Mas confirma que as gerações
posteriores assistiram a um amplo refluxo de referências.
Goeldi serviu de inspiração direta para
nomes como Rodrigo Andrade e Fabio Miguez, conta:
-
É como uma pedra no lago: quando um artista
tem consistência, cada comentário sobre
ele gera uma onda de repercussão. É
um fenômeno que pode ser constatado, inclusive,
pelo aumento da cotação das gravuras
de Goeldi, na década de 80.
Artista
declaradamente apaixonado pela obra de Goeldi, o desenhista
Amador Perez, professor de design na Pontifícia
Universidade Católica (PUC/RJ), ressalta que
a faceta talvez menos divulgada e a que mais tem a
revelar de Goeldi é a de ilustrador. Devido
a sua amizade com escritores, Goeldi fez ilustrações
para inúmeras revistas e jornais, desde a década
de 20 até sua morte. Entre as edições
mais conhecidas, estão Cobra Norato, de Raul
Bopp, e livros de Dostoiévski e Cassiano Ricardo.
-
Goeldi é grande em todos os aspectos, inclusive
na ilustração. Infelizmente, pouquíssimos
de meus alunos o conhecem. A valorização
progressiva dele não atingiu a esfera das artes
gráficas. Espero que esse reconhecimento venha
logo - deseja Perez. - (JB-online - 31-10-2005)
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Mestre
revelado
Até
hoje pouco conhecido do grande público, o gravador
Oswaldo Goeldi é lembrado em exposição
que exibe obras inéditas e em site que documenta
sua produção, marcada por tons sombrios
e imagens solitárias
Bianca Tinoco
Para
o poeta Carlos Drummond de Andrade, que lhe dedicou
um poema, ele era o senhor das sombras, da solidão
e do sol noturno, autor de obras de beleza quase assustadora.
Para o crítico de arte Ronaldo Brito, ele é
nada menos que o maior artista brasileiro do século
20, embora quase sempre incompreendido. Mas até
hoje ainda desconhecido do grande público,
o gravador carioca Oswaldo Goeldi (1895-1961) felizmente
começará a perder sua aura de mistério
na quinta-feira, quando será lançado
na internet o Centro Virtual de Documentação
e Referência Oswaldo Goeldi (www.centrovirtualgoeldi.com).
Com 700 gravuras e desenhos que remetem à solidão
nas grandes cidades, o banco de dados organizado com
patrocínio da Petrobras deu origem a uma exposição
com 40 obras, algumas inéditas, que será
aberta sexta-feira ( 03-11-2005) no Museu da República.
– Trata-se de uma miniminirretrospectiva, com
obras referentes a cada período da carreira
dele. É pequena, mas com Goeldi o tamanho é
o que menos importa. Uma gravura dele com 10 cm pode
conter o universo inteiro – diz a historiadora
Noemi Ribeiro, que se dedica à obra de Goeldi
há mais de 20 anos e é responsável
pelo projeto.
Filho
do cientista suíço Emílio Augusto
Goeldi, o gravador, desenhista e ilustrador foi criado
em Belém (PA) e posteriormente em Berna, na
Suíça. Dedicou-se durante toda a carreira
a um trabalho expressionista que ressalta o estranhamento
que sentia diante do mundo. Em voga na Europa do início
dos anos 20, o estilo de Goeldi não foi bem
recebido quando o artista voltou a morar no Rio e
fez sua primeira exposição em 1921,
no Liceu de Artes e Ofícios.
Respeitado
por intelectuais como a poeta Beatrix Reynal e os
escritores Rachel de Queiroz (1910-2003) e Manuel
Bandeira (1884-1984), ele, no entanto, passou a ser
visto como uma exceção frente ao colorido
modernismo de Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti. Seu
temperamento reservado e solitário contribuiu
para esse distanciamento.
A
exposição no Museu da República
apresenta pela primeira vez algumas das obras produzidas
por Goeldi ainda na Suíça e que já
revelavam suas bases operacionais e a visão
de mundo do artista.
–
São trabalhos da juventude, comprados recentemente
por um colecionador brasileiro. Costumo dizer que
Goeldi já nasceu sabendo arte, só amadureceu
no domínio das técnicas – diz
Noemi.
O
nome do colecionador que permitiu o registro das gravuras
inéditas no Centro Virtual de Documentação
será revelado no site, que também divulgará
uma série de outros nomes, de particulares
e de instituições públicas e
privadas. Segundo Noemi, embora discretos, os colecionadores
do artista são muitos e aficionados pela obra
dele – a maior parte dos acervos reúne
grupos de gravuras.
A
abertura do Centro de Documentação foi
a forma que a pesquisadora encontrou para que os proprietários
ainda desconhecidos de trabalhos do artista, sabendo
da catalogação, a procurem também.
–
Reunimos não apenas imagens dos trabalhos de
Goeldi, mas cópias das cartas que ele trocou
com o artista expressionista austríaco Alfred
Kubin (1877-1959), seu principal interlocutor. Elas
poderão ser lidas no site com a grafia de Goeldi,
em alemão. Todas terão tradução
em inglês e português – adianta
Noemi, ressaltando que o site será bilíngüe.
Para
o pernambucano Gilvan Samico, aluno de Goeldi na década
de 50 e um dos maiores gravadores do Brasil, o Centro
de Documentação chega em boa hora.
–
É indiscutível a importância da
obra dele. Eu teria que inventar algum adjetivo para
falar do meu sentimento por Goeldi. Livio Abramo e
ele foram os melhores gravadores do Brasil no século
passado e tive a sorte de ser aluno de ambos. Enquanto
Goeldi não for reconhecido, haverá uma
grande lacuna na história da arte brasileira
– afirma.
Goeldi
merece um museu público, afirma Ronaldo Brito,
autor do livro Oswaldo Goeldi (2002), feito para o
Instituto Cultural The Axis em parceria com Sílvia
Roesler. Brito lembra que essa era uma proposta dos
também críticos Mário Pedrosa
e Ferreira Gullar logo após a morte do artista,
no começo dos anos 60.
–
Goeldi é o patrimônio estético
por excelência do Modernismo da primeira metade
do século 20. Também é o maior
exemplo da falta de atenção das autoridades
à arte brasileira. Já falo há
algum tempo da necessidade de um Museu Goeldi, debati
o assunto com algumas pessoas influentes e não
vejo iniciativa, fico perplexo. A verdade é
que a história da arte no Brasil ainda não
tem potência para assimilar Goeldi – afirma.
Ronaldo
Brito destaca que, mesmo morto há mais de 40
anos, Oswaldo Goeldi deixou em sua obra questões
de tal urgência que até hoje provocam
artistas contemporâneos.
–
A poética dele é tão forte que
mesmo hoje é capaz de dialogar com as mais
diversas linguagens, do neoconcretismo de Lygia Pape
à arte contemporânea de Nuno Ramos. Tudo
o que fizerem por ele ainda é pouco –
sustenta.
Outra
que defende a criação de museu ou galeria
com exposições permanentes de Goeldi
é a gravadora e ex-aluna Anna Letycia, nascida
em Teresópolis e radicada no Rio. Segundo ela,
Lani Goeldi, sobrinha-neta do artista,
tem entrado em contato com colecionadores e talvez
possa se esperar algo concreto a esse respeito em
breve. Amiga do gravador, Anna guarda em sua casa
um conjunto de gravuras e a matriz de um auto-retrato
dele.
–
Goeldi morava sozinho em um apartamento pequeno no
Leblon. Era eu que o ajudava a vender gravuras em
seus últimos anos. Ele vivia mal da arte, a
atividade de ilustrador é que o sustentava.
Talvez ele não seja tão valorizado hoje
porque trabalhava com gravura, obra que não
é única. Mas, no caso dele, era quase:
uma matriz de xilogravura permite 100, 120 cópias,
mas ele só fazia 12 de cada. As gravuras de
cor são ainda mais singulares, pois ele diferenciava
os tons de cópia para cópia –
conta Anna Letycia.
Como
Samico e Brito, Anna Letycia lembra que Goeldi recuperou
nos últimos 10 anos parte de seu reconhecimento,
devido à publicação de estudos
sobre sua trajetória. Em 1995, o Centro Cultural
Banco do Brasil do Rio fez uma retrospectiva de sua
obra e entre 1998 e 1999 a Casa França-Brasil
dedicou-lhe uma mostra de gravuras. Mas nada trazia
elementos tão raros quanto a retrospectiva
atual. Para o artista plástico Carlos Zilio,
professor da Escola de Belas Artes da UFRJ, ele é
consagrado para um público mais específico
de arte, que envolve estudantes, freqüentadores
de exposições, marchands, colecionadores
e os próprios artistas. Uma aclamação
a que Goeldi assistiu em vida, após expor em
1950 na Bienal de Veneza e, um ano depois, ganhar
o prêmio de gravura na 1ª Bienal de São
Paulo – com obras que serão expostas
no Museu da República. (JB online- 31-10-2005)
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ESPAÇO
CULTURAL BM&F
• A exposição Goeldi na BM&F:
Arte em Branco e Preto reúne 54 obras (xilogravura,
bico de pena, linoleogravura e desenho) do artista
Oswaldo Goeldi (1895-1962) , um dos pioneiros da gravura
no Brasil. Há também 14 outras peças,
entre objetos pessoais, fotos e recortes de jornais.
A curadoria é de Lani Goeldi (sobrinha do artista)
e de Ricardo Vianna Barradas (de 28/02/07, às
18h30, a 05/04/07).
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Escola
de de Nacional Belas Artes
A Escola Belas Artes foi um dos centros do Universidade
Federal do Rio de Janeiro desde os tempos coloniais.
Uma carta real de 20 de novembro de 1800 por D. João
VI de Portugal estabeleceu a " Aula de de Prática
Desenho e Figura " no Rio de Janeiro. Foi sistematicamente
a primeira instituição no Brasil que
se dedicou ao ensino das artes. Durante os tempos
coloniais, as artes eram principalmente de natureza
religiosa ou natureza utilitária e eram estudadas
em um sistema de aprendizado.
O Decreto de 12 de agosto de 1816 criou o " Escola
Real de Ciências, Artes e Ofícios "
(Escola Real de Ciências e Artes) que estabeleu
uma educação oficial nas belas-artes.
Então foi mencionado novamente como a "
Academia de Imperial Belas Artes ", instituindo
um sistema de educação artística
que grandemente influenciaria o desenvolvimento da
arte brasileira.
Em 8 de novembro de 1890, a Academia Imperial velha
foi transformada na" Escola Nacional Belas Artes
" E em 1931, a Escola se juntou à Universidade
de Rio de Janeiro, a atual Universidade Federal do
Rio de Janeiro.
Estudantes notáveis
*Artur Barrio, (1945 -) artista conceitual
*Lúcio Costa, (1902-1998) arquiteto brasileiro
e planejador urbano
*Oswaldo Goeldi, (1895-1961) artista e gravador
*Ismael Nery, (1900-1934) poeta e pintor
*Oscar Niemeyer, (1907 -) arquiteto
*Candido Portinari, (1903-1962) pintor
Fontes:
* [http://www.eba.ufrj.br Escola de Belas Artes] (School
of Fine Arts of Federal University of Rio de Janeiro)
* [http://www.ufrj.br Federal University of Rio de
Janeiro Official website]
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Outras
Notícias:
http://aartemoderna
http://vejasaopaulo.abril
http://www.arteehistoria
http://diversao.uol
http://www.hallbrasil
http://www.bmf.com.br
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